O projecto do museu e estalagem começa logo por ser mal concebido, porque não é precedido de investigação histórica.
Daí que não considere o edifício da estalagem (a casa térrea que fica defronte, à esquina) e apenas a designação.
A estalagem já existia em meados do século XIX. Dela foi estalajadeiro o meu trisavô José Francisco Vargas, um almocreve oriundo das Cortes, S. B. Messines. Passou depois para a viúva Inácia Maria Vargas que, localmente, ficou conhecida como "Espanhola" e faleceu cerca de 1900.
Não tenho conhecimento de que esteja contemplada no projecto a recuperação da velha estalagem, se é que sabem onde ela era.
Se a pergunta fosse "quanto tempo acha que as obras para a concretização da estalagem e do museu vão durar" eu respondia, assim acho que nem mesmo o Carnaval safa a estalagem ou o museu! (o dia da inauguração e mais dois! pois, pois, é como o tempo que o mandato da Presidente devia ter durado...)
O projecto do museu e estalagem começa logo por ser mal concebido, porque não é precedido de investigação histórica.
Daí que não considere o edifício da estalagem (a casa térrea que fica defronte, à esquina) e apenas a designação.
A estalagem já existia em meados do século XIX. Dela foi estalajadeiro o meu trisavô José Francisco Vargas, um almocreve oriundo das Cortes, S. B. Messines. Passou depois para a viúva Inácia Maria Vargas que, localmente, ficou conhecida como "Espanhola" e faleceu cerca de 1900.
Não tenho conhecimento de que esteja contemplada no projecto a recuperação da velha estalagem, se é que sabem onde ela era.
Se a pergunta fosse "quanto tempo acha que as obras para a concretização da estalagem e do museu vão durar" eu respondia, assim acho que nem mesmo o Carnaval safa a estalagem ou o museu! (o dia da inauguração e mais dois! pois, pois, é como o tempo que o mandato da Presidente devia ter durado...)