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Os Sindicatos devem aceitar a filiação de "jornalistas" não diplomados? (Poll Closed)

  • Sim
    23%
    85 votes

     
  • Não
    73%
    264 votes

     
  • Talvez
    4%
    14 votes

     

Posted 2 years ago.

56 Comments

  • Cristiano Batista - 1 year ago

    TRT obriga sindicato dos jornalistas a conceder carteira de jornalista a Cristiano Batista

    Na manhã da última quarta feira, 25, o egrégio Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região, através do eminente juiz federal, doutor Ariel Salete de Moraes Junior, da 6ª Vara do Trabalho de Aracaju, determinou ao SINDIJOR – Sindicato dos Jornalistas do Estado de Sergipe que conceda carteira nacional de jornalista ao jornalista Cristiano Batista dos Santos, diretor de web jornalismo do Portal Gazeta de Notícias. A decisão foi em atendimento ao pedido de cumprimento de sentença, protocolado no TRT 20ª Região, na manhã do dia 28 de junho do ano em curso, referente a um Mandado de Segurança, que exige a filiação sindical, bem como, a emissão da carteira nacional de jornalista. O referido Mandado de Segurança impetrado por Cristiano Batista, através da sua assessoria jurídica, que entrou na Justiça do Trabalho para conseguir o direito de ser filiado ao sindicato, foi concedido integralmente em sentença da juíza federal Flávia Moreira Guimarães Pessoa, da 6ª Vara do Trabalho de Aracaju em 28 de agosto de 2008, baseado nos autos da Ação Civil Pública nº 2001.61.00.025.946-3, de 23 de outubro de 2001, onde a magistrada Carla Abrantkoski Rister, juíza substituta da 16ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo derrubou a obrigatoriedade de graduação em nível superior específica para o exercício da profissão de jornalista.

    A sentença proferida na lide em tela se deu depois que a meritíssima Flávia Moreira Guimarães Pessoa, junta documentação do requerente comprovando o registro profissional de jornalista, emitido pela SRTE – Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, em 18 de novembro de 2005, fundamenta sua tese no teor do artigo 8º da Constituição Federal, - afirmando que: “... razão assiste ao requerente, uma vez que é direito do integrante da categoria ser representado pelo seu sindicato... Por tais motivos, acolhe-se o pleito autoral”. O julgamento do referido Mandado de Segurança, aconteceu em agosto de 2008, mas somente no mês de abril último, quando compareceu ao sindicato para cumprir os trâmites, foi que Cristiano Batista soube da negativa arbitraria do sindicato na concessão dos seus direitos legais.

  • Cristiano Batista - 1 year ago

    TRT da 20ª Região obriga sindicato dos jornalistas de Sergipe a conceder carteira nacional de jornalista a Cristiano Batista, diretor de web jornalismo do Portal Gazeta de Noticias. Para lêr na íntegra essa notícia, acesse aqui: http://gazetadenoticias.blog.emsergipe.com/?post=17417

  • Cristiano Batista - 1 year ago

    TRT da 20ª Região obriga sindicato dos jornalistas de Sergipe a conceder carteira nacional de jornalista a Cristiano Batista, diretor de web jornalismo do Portal Gazeta de Noticias. Para lêr na íntegra essa notícia, clik aqui: http://gazetadenoticias.blog.emsergipe.com/?post=17417

  • handbags - 2 years ago

    pershendetje juve qe votoni un mendoj qe kete jav duhet te dal mimoza sepse nuk ka se qfar te jap me ne bb ka mbaruar koha e saj ne bb tung kaloni mir te gjith.

  • Atie Cury - 2 years ago

    Meu achismo de nada vale. CUMPRA SIMPLESMENTE A LEI. e a lei e CLARA. Para Jornalismo nao ha necessidade de faculdade. Possuir um diploma nao e um tipo de plus ou efeito de elitizar.
    Sindicatos e Federacoes sao independentes desde que cumpram a LEI.
    CUMPRA-SE A LEI.

  • Meire Silva - 2 years ago

    Incrível mesmo. Uma esmagadora maioria. Quantos? Mais de 300?

  • Marcello - 2 years ago

    Como se já não bastassem os ataques dos patrões e do STF, agora a pelegada engrossa o movimento contra a nossa profissão. Quinta coluna do patronato! Vamos enfrentar e derrotar a pelegada traiçoeira. Pelo menos a máscara caiu. Agora sabemos quem é quem no movimento sindical dos jornalistas. Uma decisão deste porte só poderia ser tomada em um Congresso de Jornalistas.
    Desde quando o Sindicato só pode defender os seus sindicalizados? A desculpa é falaciosa e típica de quinta coluna patronal!

  • Manoel - 2 years ago

    Deveriamos nós jornalistas com formação acadêmica, criar outro sindicato, esse da categoria universitária, ou seja, só seria sindicalizado aqueles que tivessem graduação em jornalismo, simples. Quando fosse aprovado na Câmara a Pec, esses sindicatos que aceitam qualquer um, fatalmente cairão em desgraça, pois não terão força política e nem trabalhista, seus destinos serão a desativação e a retirada humilhante de quem só queria desagregar e tirar dinheiro daqueles que são incautos por não possuirem um QI apurado.

  • Jota Passarinho - 2 years ago

    Pelo o que estamos vendo, quem mais deveria se preocupar com qualificação profissional, e claro, com a qualidade da informação e do serviço prestado, está preocupado mesmo é com a mensalidade dos sindicalizados, resguardando as devidas ressalvas. Aliás, é bom deixar claro que sindicalistas, em sua maioria, sempre estiveram preocupados, não com o trabalhador, mas com status...e sempre usaram a entidade classista para se projetarem na carreira política. Vejamos, no momento em que todos os sindicatos deveriam dar as mãos e se unirem em defesa do trabalhador, eles fazem o caminho inverso. Devem estar comendo nas mãos patronal. Jota Passarinho, Cuiabá-MT.

  • Martim Vieira Ferreira - 2 years ago

    Entendo que os Sindicatos devam acolher todo trabalhador ligado à sua categoria, principalmente profissionais que estão há 10, 20 e 30 anos no Jornalismo, sendo que até hoje não conseguiram acalentar o sonho de inscrever seus nomes no legado de agremiações representativas devido à burocracia de instituições que se tornaram burocráticas demais e, com estruturas arcaicas e carcomidas pela história, que ainda não se voltaram para a realidade da contemporaneidade. Creio que a função do Jornalismo para a sociedade está além dos bancos escolares. E, que a exigência do mercado certamente contemplará o profissional com formação universitária, mesmo que seja para programar a máquina que fará o serviço do homem. A propósito, está postado no Portal da Revista Imprensa, mostrando que os japoneses acabam de inventar um robô jornalista, que faz entrevista, tira fotos e faz pesquisa na Irnternet para atualizar o assunto.

  • Tania S. Moura - 2 years ago

    Vejo a decisão com naturalidade, afinal o Sindicato de São paulo é dirigido por não diplomados, a começar pelo presidente Guto que é diagramador. Nada mais coerente. Parabéns pela audácia!

  • ANTONIO RIBEIRO - 2 years ago

    Tanto devem os sindicatos sindicalizar os jornalistas nao diplomados, que o de Sao Paulo - talvez o mai repersentativo do Brasil - ira faze-lo. Estes jornalistas tem direito adquirido, conforme diz a Constituicao Federal.
    Em nenhum país do mundo é exigido diploma para o exercicio da profissao e, no Brasil, o regime militar, à época da Junta Militar, editou o Decreto Lei exatamente para controlar a profissao que, segundo os ditadores, estava repleta de subversivos.
    A CF de 1988 entrava em choque com o DL, motivo de sua derrogacao pelo STF.
    Creio que deveríamos pugnar pela melhoria das condicoes da classe, de forma ampla.
    Somente sindicatos fortes, ou seja, com muitos filiados, e que podem defender a categoria.
    O que na se deve, é pugnar pela reserva de mercado.
    Antonio Ribeiro - jornalista e advogado

  • Aloísio Morais Martins - 2 years ago

    É por essas e outras que sempre fui contra o estágio em empresas jornalísticas privadas. Os cursos devem ter seus próprios jornais, TVs e rádios como laboratórios. Porteira que passa um boi passa uma boiada e os patrões deitam e rolam, porque nem sempre eles estão preocupados com a qualidade e, sim, com a mão de obra barata. O estagiário de hoje certamente será o desempregado de amanhã, porque quando deixar a faculdade encontrará um outro estagiário ocupando a vaga que seria de um profissional diplomado. Não podemos ser ingênuos.

    Aloísio Morais
    Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de MG

  • Ana Habimorad - 2 years ago

    É simples: jornalista sem diploma não é jornalista. Nunca gostei de gente que pega atalho. Esse pessoal que vá lapidar o "talento" na faculdade. Garanto que não se arrependerão.

  • Antonio Ribeiro - 2 years ago

    Não há lógica alguma em não sindicalizar os jornalistas não diplomados. Na condição de jornalista e advogado, afirmo que, caso seja recusada a sindicalização e emissão da carteira das FENAJ, o prejudicado impetrará mandado de segurança com pedido de limininar. A medida fautelar será concedida e, o jornalista não diplomado, obterá o regsitro. E, a decisão provisória, será mantida em julgamento final.
    O argumento acima é baseadoa no fato de, o Sindicato e a Federação serem de jornalistas simplesmente, ou seja, não são de jornalistas diplomados.
    O registro obtido por todos aqueles não diplomados com base na decisão irrecorrível do STF, tornou-se direito adquirido, que não pode ser moodificado por lei ordinária e, sequer, por Emenda Constitucional
    A lei somente retroage no tempo, em se tratando de matéria penal, e desde que seja para berneficiar o réu ou mesmo condenado.
    Antonio Ribeiro - jornalista, advogado constitucionalista e criminal e escritor

  • Clemerson A. Korb - 2 years ago

    É inaceitavel que ocorra algo tão escraboso para a nossa categoria, um desrespeito aos que tanto lutaram pela regulamentação à nossa profissão. E agora alguns "espertinhos" querem entrar de gaito e desarrumar a casa. Isso não!!! Não devemos aceitar!!! Um basta a esta idéia infeliz!
    Clemerson A. Korb, Jornalista Profissional, MTb 3567/SC

  • Hálice Freitas - 2 years ago

    Filiar pessoas nao diplomadas significa o mesmo que filiar a um outro sindicato como o dos médicos, etc. Não tem sentindo. Essa vacalhação, difícil engolir que foi provocado por um juiz e outros que o seguiu ("Maria vai com as outras") sem nenhum fundamento. Rídiculo.

  • Valdelice - 2 years ago

    Realmente os sindicatos não deveriam aceitar, porem os sindicatos e a FENAJ se preocuparam tanto em defender os diplamdos que esqueceu de guardar uma carta na manga caso o diploma caisse, na minha opinião os sindicatos estão de mãos atadas sem saber o que fazer.
    Porque não continua com a CORFEP?????
    Abraços

  • Gustavo Lúcio - 2 years ago

    Acho que o sindicato está totalmente errado e indo em direção a outros sindicatos que não lutam pela categoria e só querem o dinheiro dos trabalhadores.

  • Francisco Ferraz - 2 years ago

    Sras e Srs,,
    Internautas..
    O sindicato é dos jornalistas, não!
    A universidade é de jornalismo?!..quiçá acrescente conhecimentos para o(a) profissional no jornalismo, não é mesmo!
    Bem, de qualquer forma eu acredito na boa formação cultural e educacional do individuo em geral ..porém sou contra diploma específico para o Jornalista ..em que pese existem muitos com diploma na área das ciencias astronômicas exercendo um bom papel jornalistico, o mundo esta se globalizando e claro a internet procura o diferencial em cada um, mais as matérias jornalisticas, as notícias e os artigos de divulgação midiática não escolhem o individuo. Esse sim é o que importa, acima de tudo PAGAR AS CONTAS !!!
    fui..

  • Rogerio Akten - 2 years ago

    Acredito na democracia, país livre e de bons costumes. Acho que nós jornalistas sem diplomas devemos nos unir e mostrar para os diplomados que somos muitos melhorer e mais organizados que eles. Vamos montar nosso próprio sindicato e nosso conselho de classe, já que os diplomados não sãpo capazes de ter os próprios.

    DIGAM NÃO AOS DIPLOMADOS.

    DIGAM SIM AOS JORNALISTAS DE VERDADE (SEM DIPLOMAS)

  • paulo - 2 years ago

    Não concordo, afinal eu batalhei pra me formar. Espero que o sindicato não permita tal absurdo.
    profissional é quem se profissionaliza, vai para escola, busca formação.
    Se isso acontecer, nossa categoria acaba e ai vira banalização.
    Fora os sem formação, sindicato é de quem merece!

  • Marcio Caldas - 2 years ago

    A discussão sobre o tema da lei em questão vem de encontro ao corporativismo e cartel de várias instituições no Brasil. De um lado os Sindicatos, do outro, as associações, federações. Na verdade!! Tudo criado para dificultar e encher os bolsos dos dirigentes desses orgãos...
    Por várias vezes, jornalistas formados e atuando profissionalmente em várias emissoras do país, distorcem informações divulgadas em vários horários, isso, vinculadas no mesmo dia...
    Pergunto eu? Esse jornalista é formado ou não?
    é ético distorcer as informações de forma tão errôneas assim...
    Fere ou induz o cidadão, que assiste e ouve tais informações... Na verdade!!! Qual foi a informação correta transmitida pela emissora? A transmitida pela manhã... No jornal da tarde... Ou no jornal da noite...
    Muitos jornalistas dizer que a matéria por ele narrada, é exclusiva... Vimos anteriormente a mesma matéria ser divulgada em outras emissoras.. Isso é enganação ou não ao telespectador?
    Para ser um jornalista, como se prega que tem que existir a ética profissional.. O que é ética profissional? Omitir a verdade dos fatos para a população que assisti a TV, estão conectados nas emissoas de rádios e internet....
    Fala-se muito em ética, mas na verdde a ética em nosso país virou cartel de bandidos e de associações,, sindicatos e federações que obrigam profissionais pagarem anualmente taxas, que na verdade, não valem de nada, só para encher os bolsos de seus dirigentes.
    Qualquer cidadão tem o direito de narra, expor sim, suas idéias e, noticiar algum fato ocorrido, seja lá qual for o assunto abosdado.

    Marcio RJ

  • Cabeça de bagre - 2 years ago

    Eu sou um revolucionário!

    Eu defendo os trabalhadores!

    Sejam eles precários ou não!

    No fundo, o patrão é meu irmão. Eu gosto do Sindicato, com os precários lá vai ter dinheiro de montão.

    Com a grana vou fazer a revolução. Se não der, eu compro um avião e vou morar no Pelaganistão.

  • jose coelho sobrinho - 2 years ago

    Realmente nos EUA o diploma de jornalismo não é obrigatório. Mas existem outros mecanismos tão ou mais restritivos que o diploma. Para quem tem interesse no assunto, basta acessar os endereços abaixo. É bom lembrar também que se o profissional demonstra aptidão para o jornalismo, muitas empresas pagam para que ele retorne à universidade para fazer complementação de sua formação na área.
    http://whca.net/membership.htm
    leia: WHCA MEMBERSHIP
    http://www.senate.gov/galleries/daily/rules2.htm
    leia: RULES GOVERNING THE PRESS GALLERIES

  • Marcos Rogério Feliciano - 2 years ago

    A questão agora não PEC de diplomas ou não. A questão agora é cumprir a Lei atual. Os sindicatos são OBRIGADOS a sindicalizarem os não diplomados ou vão pra CADEIA. A discussão da obrigatoriedade no senado é sim válida, mas por enquanto não passa de utopia em ano político. Acreditem, utopia. O Brasil é regido por leis e as leis devem ser cumpridas. Os jornalistas devem ser sindicalizados e pronto. Se um dia o jornalismo tiver o advento de ter uma autarquia governamental e possuir um Conselho Federal para registrar seus membros..ai sim as coisa mudas. Essas discussões por enquanto aqui é UTOPIA. No final todos serão sindicalizados e boa, e mais recursos em Supremo. Olhem para os Estados Unidos, lá jornalista nem precisa de registro...................BOBAGEM E BOBAGEM

  • jose coelho sobrinho - 2 years ago

    1. Leio nesse site que foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), do Senado Federal, no dia 2 de dezembro do ano passado, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/09, de autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE ), determinando que a profissão de jornalista seja privativa do portador de diploma de curso superior de jornalismo.
    2. Consulto o site da Fenaj e percebo que a nossa Federação continua com a campanha em defesa do diploma.
    3. Recebo uma mensagem assinada pelo Vizeu afirmando que a Fenaj quer admitir a sindicalização de não diplomados.
    4. Não é preciso consultar o Prof. Adilson Citelli sobre texto argumentativo para confirmar que não há congruência entre a defesa e a prática sugerida pela Fenaj. Não é possível defender o diploma dando aos não diplomados o direito de serem federados. Falta clareza na posição da Fenaj. Ou ela defende as PECs do diploma ou assina que é contra o Jornalismo.
    5. Defendo a tese de que devemos defender o Jornalismo e não a profissão. Quem está doente é o Jornalismo, admitido pelas escolas como um curso técnico, limitado pelo ensino do fazer mídia. Insisto em separar Jornalismo de Mídia. Jornalismo está no âmbito de todas as gerações dos Direitos Fundamentais do cidadão e a mídia na área técnica, na operação de instrumentos. Não creio que existam jornalismos (esportivo, policial, cultural, colaborativo etc.) O jornalismo é um só e a sua essência está na apuração, conduzida com ética, por profissionais compromissados com a informação clara, precisa, não encampada e descolada de interesses que não contemplem a cidadania.
    6. É preciso diferenciar notícia de informação. A informação não é necessariamente um fato jornalístico. A notícia é uma informação que teve agregado um valor advindo de sua apuração por uma entidade (física ou jurídica) e reconhecida como fato jornalístico por sua importância nas relações sociais.
    7. Logo, o Jornalismo deve ser exercido por entidade que reconhece que o seu papel social tem prioridade sobre as relações de emprego. Em outras palavras, o jornalista não deve ser movido unicamente para ter um vínculo empregatício, mas, acima de tudo, pela sua vocação em defesa de uma sociedade justa, transparente, fraterna e democrática. Creio pois que o Jornalismo só pode ser exercido por jornalistas.
    8. Se a Fenaj admitir não jornalistas deverá acolher também twitteiros, blogueiros e outros “eiros” que venham surgir com as novas mídias. A Fenaj e os Sindicatos devem reconhecer que os principais compromissos dos jornalistas estão além do salário. Caso contrário, não estarâo representando os profissionais no que eles fazem de mais nobre: o Jornalismo.

  • Nóis da Associação Nacional dos Pelegos abrassamos nossos irmão do Sindicato dos Jornalista. É isto mesmo,,,qunto maiss $$$$$$$$$$$dinheiro no bolso mehor. Nós querems dnheio e dipoma
    Convidamos todos do sindicato a ingreçar na nossa asociação, com uma anuirdade de grassa. Voces é truta nosso; Mas não somos troucha e não deichamos seis entrar na diretoria.
    Agora trais uns diploma pa nois. Falooo

  • ANTONIO RIBEIRO - 2 years ago

    Devemos atentar para a norma constitucional do direito adquirido que, no caso em tela, vai da não exigência de diploma específico para o exercício da profissão de jornalista à soma de todos os direitos de que passam a ser titulares os jornalistas sem diploma, com registro nao MTb.
    O órgão de classe denomina-se "Sindicato dos Jornalistas" e não "Sindicato dos Jornalistas Profissionais".
    Então, dentro da isonomia do direito, todos aqueles que possuem registro no MTb - diplomados ou não - têm o direito à sindicalização, caso queiram.
    Nelson Rodirgues, Mário Filho, Carlos Lacerda, Samuel Wainer (no fim da vida era redator do exinto jornal Ultima Hora), Murilo Antunes Alves, recentemente falecido, Salomão Esper, João Paulo de Andrade, meus amigos Rocco Buonfiglio, Antonio Ubaldino e Manoel Barbosa Victal, Corifeu de Azwevedo Marques e centenas de outros nomes de prol do jornalismo, jamais passaram por uma faculdade de comunicação (muitas, simples fábricas de diplomas).
    Com a devida venia, o Sindicato está coberto de razão.
    Antonio Ribeiro - Advogado (OAB/SP 681095) e Jornalista (MTb 57948SP)

  • Francisco Américo - 2 years ago

    É simplesmente por essas e outras iniciativas por parte de algumas das pessoas que trabalham no judiciário que os profissionais que tanto se empenharam para terem o trabalho reconhecido e devidamente remunerado, cai no descaso, culminando no descrédito de profissionais não qualificados, acredito que para se ter um País com desenvolvimento e credibilidade, é preciso ter ÉTICA E CONHECIMENTO, esses profissionais que se intitulam jornalistas deveriam buscar o diploma e assim trazer credibilidade maior a essa classe que tem o dever de informar.

  • Marcos Rogério Feliciano - 2 years ago

    Sr Gilberto Gonçalves, o Sr. está mal informado; para a obtenção da Carteira Fenaj não é obrigatório ser sindicalizado. Os sindicatos são mecanismos que a Fenaj utilização para a confecção das carteiras. Nossa legislação imcubiu a Fenaj de confecciona-las a todos os jornalistas, independente serem sindicalizados ou não. iNCLUSIVE nos sites dos sindicatos, existem diferenciação do preço para a carteirinha da Fenaj para sindicalizado e para não sindicalizados. Outra questão que o Sr levanta é que direito é uma coisa e sindicalização é outra. O direito a que me refiro é ao direito de se sindicalizar, o que é direito dos jornalistas não diplomados, pois sendo formado ou não exercerçao as mesmas atividades, desse modo não haveria necessidade de instituir um sindicato para jornalistas formados ou não formados, seria o fim da picada. rs

  • gilberto gonçalves - 2 years ago

    Eu acho que não faz mais muita diferença. Os sindicatos já não são mais os mesmos. Sua função verdadeira foi pra cucuia faz tempo. A briga dos não diplomados pela sindicalização é pela carteira da Fenaj que ingenuamente muita gente ainda acredita que serve para alguma coisa. Não acredito em nenhuma "trama maldida" dos patrões para "desestabilizar" o sindicato
    O sonho acabou. "A união faz a força" "O povo unidos jamais será vencido" é coisa do passado. O tal Feliciano fala aí em direito. Direito é uma coisa sindicalização é outra bem diferente. Direito, todo jornalista trabalhando como tal vai ter como tal, independente de estar sindicalizado. Basta ver quantos jornalistas existem no Brasil e quantos são os sindicalizados. Ele termina seu comentário dizendo que a Carteira da Fenaj é direito dos jornalistas. Esqueceu de completar a frase...dos jornalistas sindicalizados. E juiz nenhum vai obrigar o sindicato a sindicalizar ninguem. Isto não existe.

  • Marcos Rogério Feliciano - 2 years ago

    Muito bom saber que esse assunto ainda esta em pauta no Brasil. Só que não vi nenhum comentario legal, com base parlamentar. Crianças, o que vale é a lei, a lei é soberana, a sindicalização é obrigatória por parte dos sindicatos, qualquer juiz dá causa ganha, sendo diplomado ou não, o jornalista com o MTB, é jornalista, independente de diploma ou não, ele está apto ao trabalho e a todos os outros direitos e deveres. O código de ética a lei da imprensa, o código civil...não quer saber se é formado ou não formado. A dica que eu dou aos não diplomados é: não abaixem a cabeça, exijam seus direitos na justiça, a sindicalização e a carteira da FENAJ é direito dos jornalistas. Direitos já!!!!! Ou cana neles.............A justiça do Brasil estão com vocês..........

  • jose coelho sobrinho - 2 years ago

    Sindicalizar leigos é uma forma trair a classe. São atitudes como essa que desmerecem a categoria. O Sindicato deveria estar participando de movimentos em defesa do Jornalismo, do Direito Fundamental da sociedade ser (bem) informada.

  • Bete Sousa - 2 years ago

    Pra ques fazer curso de jornalistamo, pra gente ver aberrações como a rede tv com Monique Evans, e dezenas de outros lá que figuram com microfone da tv.

  • Dioggo Rownik - 2 years ago

    Sindicato é isso mesmo, só quer encher mais as pouposas contas deles e seus dirigente transformarem cada vez mais em degral para politica.

  • Almeida/ Jornalista profissional. - 2 years ago

    Olha, o que eu estou lendo aqui realmente fico horrorizado, vejo que a ditadura ainda existe, será que vocês que criticam a atitude do Sindicato não são a favor da volta do militarismo no poder? como era na decada passada? será que vocês, não lembram das repreenções de era na epoca da ditadura militar, ou seja está lei já foi criada na epoca justamente para calar a boca de muitos que não tinham medo da Dops e muito menos dos militares e que está lei obrigando o diploma de jornalista na epoca era justamente para definir e prender aqueles que eram contra o governo, vejam na Argentina, muitos lá não é obrigatório o diploma de jornalista como em muitos Paises tambem não é obrigatório o diploma, gente chega de ser ipógritas, não é um diploma que faz um profissional, quantos se dizem diplomados e simplesmente são péssimos profissionais, muitos se aproveitaram de ter parentes jornalistas para tirar o registro, por que se vocês não sabem bastava ter um parente ou um amigo jornalista de muitos sindicatos tiravam o registro do cidadão sem ter diploma, será que muitos de vocês que criticam já não passaram por isso? ou sabem muito bem do conhecimento desta manobra realizada por alguns "Jornalista profissionais?" gente agora é uma decisão judicial, quem é a Fenaj ou qual quer sindicato para ir contra uma decisão do supremo tribunal? e lembren-se foi uma derrota de 11 a 1 chega destas histórinhas vamos apoiar o sindicato pela decisão ou será que os senhores estão com medo de perder a vaga para um jornalista sem diploma!! tem muita gente boa por ai, temos grandes profissionais que não é um diploma que vai tirar ou dar o mérito para este ou aqule profissional.

  • Lúcia Bakos - 2 years ago

    Acredito ser inaceitável para os colegas de Imprensa que atuam de acordo com os verdadeiros princípios do Jornalismo um não diplomado atuar na nossa área. Agora, até ser sindicalizado parece brincadeira. E o 'descascar da cebola por completo', a imparcialidade, a visão real sobre a cultura de massa? Tudo isso (e muito mais) será riscado de vez da nossa profissão?

  • aguido melo - 2 years ago

    acho justo questionar o diploma para trabalhar. cada profissão tem seus profissionais. o médico, por exemplo, pode medicar sem diploma? o advogado pode advogar sem diploma?, o sr. presidente do supremo tribunal federal, gilmar mendes, poderia estar no cargo sem o diploma?. se é por competência, qualquer um pode exercer determinadas profissões. essas discusões, lamentavelmente, são coisas do nosso arcaico supremo tribunal federal, velhuscos ultrapassados, que deveriam dar lugar aos mais jovens. a prova são suas decisões - há casos decididos que nunca chegam a um consenso, cada um tem um ponto de vista diferente. é lamentavel...

  • Vitor Ribeiro - 2 years ago

    Para quem não sabe:

    Universidade suspende curso de jornalismo
    03/02/10

    A Universidade Mogi das Cruzes (UMC), de São Paulo, suspendeu o curso de Jornaismo neste semestre - a procura teve queda de 50%.

    Viva a picaretagem! A proposta imbecil vai provocar desemprego e acabar com a profissão. É isto que estes malucos, revolucionários de araque, querem! Não conhecem a profissão, mas vão acabar com ela e com a de professor de Jornalismo.

    A proposta não é revolucionária. É imbecil! Grosseiramente burra!

  • Haroldo Barbosa - 2 years ago

    Acho correta a posição do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. A Fenaj e as demais entidades deveriam seguir este posicionamento e não bancar o avestruz permitindo a divisão da categoria, isso sim uma posição favorável aos patrões.
    Só diploma não garante ética, compromisso e nem capacidade de ninguém. Muito menos um decreto da época mais negra da ditadura militar que exigia o diploma.
    Não sei de nenhuma faculdade de jornalismo fechando e muito menos de milhares de demissões de profissionais após o posicionamento do STF. Chega de corporativismo cego e choradeira.

  • Paulo Barbosa - 2 years ago

    Poius bem, eu votei sim, mas tenho as minhas ressalvas. Por exemplo, sou graduado em marketing, e tenho mais de 40 anos de imprensa Rádio, Tv e Jornal, tentei por todo tempo obter o meu registro por "direito adquirido" e não consegui, mas estou vendo pessoas que nem o 2º grau tem e exercem a profissão. Como no meu tempo não tinha faculdade de jornalismo e isto é de uns tempos para cá, acho justo o registro de não formados em jornalismo, mas que os candidatos tenham um nivel superior qualquer e que tenha experiencia de no minimno 5 anos, para o exercício registro e para uma contratação qualquer. No meu caso tenho o meu proprio portal, e o que me prejudica é so em casos de assessoria de imprensa ou de credenciamento. No mais sou meu próprio patrão, criei minha identidade redacional, mas sou a favor de um nivel cultural superior para exercer a profissão, jornalismo não é brinquedo de gente grande, é sobre tudo, responsabilidade social no campo da informação.

  • Luiz Carlos - 2 years ago

    A meu ver, a Federação e os Sindicatos, de um modo geral perderam a oportunidade, na época, de fazer valer como foi na década de 70, quando era necessária a abonação do Sindicato para fazer o Registro Provisionado. O Sindicato deveria ter um conselho que aprovasse o texto de quem estava pleiteando o registro. Também errou ao fazer o registro de jornalista provisório, de um funcionário para desqualificar a Lei. Creio que ainda dá tempo de reverter e ver quem são os bons profissionais que estão com os chamados provisórios. O Sindicato deve aceitar aquele que está realmente exercendo a função, para isso, que façam uma comissão que aprove as matérias feitas por estes e não simplesmente aceitem. Antes de aceitar, é necessário "provar" através de um texto, o jornalista que existe dentro dele.

  • Luana - 2 years ago

    É preciso lembrar a função de um sindicato. Não é uma associação! Não é um local onde simpatizantes de uma mesma causa se reúnem para trocar algumas ideias, rever os amigos, tomar uma cerveja... um sindicato é um organismo criado com a finalidade de defender os interesses de uma categoria, sim. Cartorialista ou não, é pra isso que um sindicato serve. O papel do sindicato é defender os trabalhadores das investidas patronais que os prejudiquem. Concordo com o primeiro comentário, filiar não-jornalistas (a partir de agora) é referendar o ataque dos patrões.

  • Tomás - 2 years ago

    Os Sindicatos deveriam mudar de nome, tornando-se Sindicado dos Jornalistas Profissionais Diplomados. Se profissionais não diplomados quiserem fundar seus sindicatos, que o façam, conforme permitir a legislação, mas os diplomados devem ter sindicatos específicos que os representem.

  • Deusana Tomaz - 2 years ago

    O Sindicato erra na medida em que só procura lucros e não a representação da categoria. Se o diploma não é necessário porque os cursos de jornalismo existem? Quem os frequenta, perde o seu tempo já que qualquer outro curso é mais interessante na medida em que fazê-lo significar ter um diploma que seja exigido pelo mercado e de brinde, pode-se também "ser" jornalista nas horas vagas.

  • Roberto Oliveira - 2 years ago

    isso não faz sentido. estamos lutando pela regulamentação. isso seria, no mínimo, um retorcesso ou mesmo uma abertura de fenda para banalização

  • Vitor Ribeiro - 2 years ago

    Não podemos validar e carimbar o "direito" dos donos da mídia decidirem quem pode e quem não pode ser jornalista em nosso País. Acho que esta é a questão fundamental que está em jogo. Ao se transformarem em donos totais da profissão, estaremos ferrados enquanto jornalistas, sindicato e povo.

    Isto deve ser proposta de dirigentes que não têm formação universitária e que enrustidamente desprezam a formação e a nossa qualificação profissional!

  • Reginaldo França - 2 years ago

    Sim sou a favor sim, quem é o Sindicato ou a Fenaj para ir de encontro do Supremo tribunal, gente chega de moralistas vamos encarar a realidade, a ditadura já acabou "OU NÃO?" quantos profissionais que tem diplomas e que são péssimos jornalista, só falam besteira e escrevem besteiras, estamos de pleno acorod com o Sindicato dos Jornalista do Estado de São Paulo, só assim vamos realmente ver quem tem capacidade e de quem não tem, agora eu faço uma pergunta será que tem proofissionais que estão com medo de perderem a boquinha? com a palavra a quem pertence!! " PARABÉNS PELA ATITUDE DO SINDICATO DO ESTADO DE SÃO PAULO" um forte abraço a todos Reginaldo França mtb 49.557

  • Claro que deve sim filiar. Quem é o sindicato e/ou a FENAJ para passar por cima da Suprema Corte judicial brasileira. Apenas para lembrar foi uma decisão coletiva (10X1) dos onze membros, e o único contrário não justificou em Plenário seu voto.

    Jornalista Cristiano Batista dos Santos - 79 8101 6010
    Vice presidente nacional da Associação Brasileira de Jornalista
    Filiado ao Sindicato dos Jornalistas de Sergipe - SINDIJOR/SE

  • João Bôsco de Queiroz - 2 years ago

    Aceitar, concordar é um contracenso, é renunciar ao direito.Não poderia, a qualquer pretexto, dizer sim a tamanho desrespeito a mim mesmo. Seria deprimente, a desvalorização
    da profissão.
    Ewsertsom Ewert, Jornalista Profissional, MTb 41352/SP
    MS.16905

  • João Bôsco de Queiroz - 2 years ago

    Aceitar, concordar é um contracenso, é renunciar ao direito.Não poderia, a qualquer pretexto, dizer sim a tamanho desrespeito a mim mesmo. Seria deprimente, a desvalorização
    da profissão.
    Ewsertsom Ewert, Jornalista Profissional, MTb 41352/SP
    MS.16905

  • Marilia fortinelli - 2 years ago

    Sou a fovor do credenciamento porque sou contra o favoritismo do diploma.
    Concordo com a iniciativa do Sindicato e os parabenizo.
    Para ser jornalista nao é necessario ter um diploma universitàrio!
    é assim vàrios outros paises. O que credencia um jornalista é sua capacidade profissional e o cargo que ocupa. Acho uma aberraçao, por exemplo, que pessoas que nunca trabalharam na profissao se intitularem jornalistas e obterem o credenciamento do sindicao so porque conseguiram um diploma. Muitos dos grandes jornalistas que conheço tanto no Brasil como na França e Italia nao sao diplomados e nunca serao. É justo que profissionais competentes obtenham o registro para poderem trabalhar. Quem deve fiscalizar é o mercado e os leitores. Jornalista ruim nao fica muito tempo ocupando lugar. E quem diz que diplomado é bom jornalista???

  • Joanice Sampaio - 2 years ago

    Por mais que se tenha prós e contras, os sindicatos ainda são as entidades a qual o trabalhador pode recorrer. Sou jornalista e pude enquanto estagiária conhecer de perto a atuação de um sindicato. Se uma diretoria é comprometida com os seus associados e a categoria que representam.
    A decisão tomada por este juiz, mais uma vez vem provar que a ditadura no País não terminou.
    É injusto que pessoas que se dizem jornalistas, que não estudaram para atuarem na área, estejam tirando o lugar de um profissional que se preparou para isso, apenas porque são amigos, namoram ou tenham alguma relação com donos e editores de veículos.
    Esta na Constituição que atividades profissionais de serem exercidas por pessoas capacitadas e certficadas pra tal. Tem de ter diploma sim. Filiação em sindicato de Jornalistas, tem de ter diploma sim.

  • Ricardo Faria - 2 years ago

    O Sindicato precisa perder a mania de se arvorar em dono da verdade e dizer quem é e quem não é jornalista.
    O Sindicato se transformou em mais um cartório, carimbando, exigindo firma reconhecida a serviço da indústria do ensino e não é bem isso que os jornalistas desejam.
    Filiar-se nasce da vontade e não da imposição. Só o leitor pode reconhecer um jornalista.
    Jornalista não suporta atrelamentos e grilhões, exige liberdade. Na hora em que o Sindicato compreender isso passará a ser querido e respeitado.
    Ricardo Faria - São José dos Campos

  • Maroni J. Silva - 2 years ago

    Não tem nenhuma lógica filiar ao Sindicato dos Jornalistas pessoas não diplomadas. Seria validar, duplamente, a intenção das empresas que sempre lutaram contra o diploma. Ou seja: de um lado, seus "profissionais" obtêm guarida do Sindicato e, de outro, o próprio sindicato "valida" as contratações de pessoas não dimpladas exercendo funções que, de direito, pertencem a jornalistas diplomados.

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