Acredito que no Brasil, professores não recebem a formação adequada.
Infelizmente existe um descaso muito grande com a educação e a saúde, até o começo deste mês, trabalhei no
Capsij ( Centro de atenção psico social de infanto juvenil), pude ver muitos casos de meninos e meninas que disistiram de estudar de tanto serem discriminados.
A discriminação existe também nos equipamentos de saúde, infelizmente.
Acredito que precisa de um acompanhamento para a família dos especiais, a mãe então, coitada, se sente como se fosse culpada por colocar no mundo um filho diferente.
Temos que nos unir e dizer não a todo tipo de preconceito. Os governos investirem em capacitação.
Em quais escolas os deficientes auditivos e visuais podem ter fácil acesso?
Se a criança for deficiente, pobre e negra, vai sofrer mais com o preconceito de alguns maus profissionais.
Se existisse mais cursos e reciclagens para os profissíonais, haveria mais concientização e acredito que poderia melhorar.
Também tá na hora de investirem mais na profissionalização dos especiais, vão se sentirem mais valorizados com o trabalho, algumas empresas já os admitem, muito poucas ainda.
Fico na torcida para que a sociedade se mobiliza mais e que os cidadãos saibam cobrar todos os seus direitos.
Valéria. - 2 years ago
A questão da diferença da idade mental em relação a idade cronológica é um dado a ser pensado. Imagine um rapaz de 20 anos de idade com maturidade de um menino de 7 anos, ele conviverá, conversará, mas será que terá maturidade para acompanhar uma turma de EJA? Já que pela idade seria enturmado nessa modalidade de ensino.
Acredito que no Brasil, professores não recebem a formação adequada.
Infelizmente existe um descaso muito grande com a educação e a saúde, até o começo deste mês, trabalhei no
Capsij ( Centro de atenção psico social de infanto juvenil), pude ver muitos casos de meninos e meninas que disistiram de estudar de tanto serem discriminados.
A discriminação existe também nos equipamentos de saúde, infelizmente.
Acredito que precisa de um acompanhamento para a família dos especiais, a mãe então, coitada, se sente como se fosse culpada por colocar no mundo um filho diferente.
Temos que nos unir e dizer não a todo tipo de preconceito. Os governos investirem em capacitação.
Em quais escolas os deficientes auditivos e visuais podem ter fácil acesso?
Se a criança for deficiente, pobre e negra, vai sofrer mais com o preconceito de alguns maus profissionais.
Se existisse mais cursos e reciclagens para os profissíonais, haveria mais concientização e acredito que poderia melhorar.
Também tá na hora de investirem mais na profissionalização dos especiais, vão se sentirem mais valorizados com o trabalho, algumas empresas já os admitem, muito poucas ainda.
Fico na torcida para que a sociedade se mobiliza mais e que os cidadãos saibam cobrar todos os seus direitos.
A questão da diferença da idade mental em relação a idade cronológica é um dado a ser pensado. Imagine um rapaz de 20 anos de idade com maturidade de um menino de 7 anos, ele conviverá, conversará, mas será que terá maturidade para acompanhar uma turma de EJA? Já que pela idade seria enturmado nessa modalidade de ensino.